Mapa de atores
Pessoas, agentes, sistemas, dados, permissões e responsabilidades envolvidos.
Projete como pessoas delegam, acompanham, interrompem, corrigem e aprovam ações quando a IA deixa de apenas responder e passa a executar.
Copilotos, automações e agentes criam um novo tipo de jornada. A pessoa já não percorre apenas telas: ela define objetivos, concede permissões, supervisiona passos, avalia resultados e assume consequências.
Quando esses momentos não são projetados, o sistema pode parecer fluido até a primeira exceção. O trabalho torna limites, estado, evidência e responsabilidade visíveis antes que a falha vire incidente, retrabalho ou perda de confiança.
O caso de uso é analisado do objetivo inicial à recuperação de falhas.
Pessoas, agentes, sistemas, dados, permissões e responsabilidades envolvidos.
Delegação, execução, supervisão, exceção, aprovação e encerramento.
O que a IA pode sugerir, preparar, executar ou nunca fazer sem confirmação.
Pausa, cancelamento, edição, aprovação, reversão e recuperação acessíveis.
Estado, origem, incerteza, ação realizada e próximo passo compreensíveis.
Limites, conflitos, falta de dados, falhas parciais e escalada para uma pessoa.
Sinais de qualidade, correção, intervenção, abandono e impacto operacional.
Riscos, dependências, prioridades e critérios antes de ampliar autonomia.
Objetivo, usuário, ação, consequência e fronteiras do caso de uso.
Atores, permissões, decisões, estados e possíveis exceções.
Controles, mensagens, evidências e caminhos de recuperação.
Cenários críticos, critérios de qualidade e condições para escalar.
Traga um caso de uso e uma ação crítica. A primeira conversa ajuda a localizar o risco e o recorte de maior valor.